Domingo, 4 de Fevereiro de 2007

Novo Caderno de Manuscritos

É com os textos  deste caderno, cuja capa acima se reproduz, que se vai prosseguir a publicação de manuscritos de Coelho de Sousa.

 

Como se pode confirmar, são textos de 1955,  utilizados no programa do Rádio Clube de Angra  "A vida é para ti" e  que o próprio Coelho de Sousa interpretava, mais do que lia, semanalmente, aos microfones daquela rádio.

Os temas são de carácter  religioso, mas transformados literariamente pela veia poética e dramática do autor,  normalmente acompanhando o ano do calendário litúrgico da Igreja Católica.

São todos em verso de medida vária.

Deixamos aqui o título de cada um deles, apesar de muitas vezes não permitir vislumbrar o seu conteúdo, apenas para uma indicação mais segura, para mim próprio e, sobretudo, para  os leitores perceberem o andamento da sua publicação.

Não vamos seguir a ordem cronológica em que eles se encontram no manuscrito, porque nos tem parecido preferível sempre, publicá-los na sequência da sua ligação lógica ou temática com os últimos textos publicados.

É esta razão que nos leva a optar por  inciar a publicação de textos deste caderno com dois poemas com referências aos meses de Outubro e Novembro, permitindo, assim, ao leitor, a sua comparação com o último texto publicado sobre o mês de Maio.

Eis os títulos de todos os poemas deste caderno, com data de capa de 23 de Junho de 1955.

E não podia calar-se           23-VI- 954 (provavel lapso do autor; o ano deve ser 955) 

De porta em porta               2-IX-955

Dá-me  de beber                 26-IX-955

O peregrino                          sem data

Quatro poemas do rosário   sem data

Dois poemas em adeus       sem data

Oito palavras de guerra        sem data

Fala do mundo                      sem data

Também as setas são glória  sem data

Aquele adeus era de irmãos    sem data

Esse mistério dos olhos           sem data

As nossas mãos e as d'Ele       sem data

 

Os dois primeiros poemas-programas a serem publicados têm os títulos de

Quatro poemas do rosário

Dois poemas em adeus.

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