E não podia calar-se
(II)
E corre a pisar seu rio Jordão
Que as águas também falam
do abismo
A desaguar virão do coração
As águas do amor pelo baptismo
Nas suas mãos erguidas como atleta,
Aa vara do arrimo e do poder.
Na sua boca o verbo do profeta
rogando o mundo todo ao Verbo ver.E mais que tudo na alma arde um vulcão,
Abrindo a treva densa ao seu fulgor...
Espadaúdo e alto, São João,
Clamando, ardente, ao homem: Eis o Amor.
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