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ÁLAMO ESGUIO

Tributo à memória e à obra religiosa, artística e cultural do P.e Manuel Coelho de Sousa (1924-1995), figura cimeira da Igreja e cultura açoriana do século XX, como padre, jornalista, poeta, professor, orador, escritor,dramaturgo e animador cultural

ÁLAMO ESGUIO

Tributo à memória e à obra religiosa, artística e cultural do P.e Manuel Coelho de Sousa (1924-1995), figura cimeira da Igreja e cultura açoriana do século XX, como padre, jornalista, poeta, professor, orador, escritor,dramaturgo e animador cultural

Coelho de Sousa: Romance das mães que choram (VI)

DSousa, 06.03.08


















Os olhos são menos verdes.
Está cortado o cabelo,
E no corpo vai a farda.
Assentou praça no castelo.


Tu não chores minha mãe
Meus irmãos te alegrarão.
Hei-de voltar qualquer dia.
Já sou grande e já sou forte.
Quero lutar e vencer
Por amor da nossa terra.

Dizes bem meu rico filho
Eu te ofereço generosa
Mas ninguém pode evitar
Que chore a tua partida...

Teus irmãos ficam comigo,
Mas teu lugar é  vazio...
Ficas no meu coração...
 É a saudade que chora.


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