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ÁLAMO ESGUIO

Tributo à memória e à obra religiosa, artística e cultural do P.e Manuel Coelho de Sousa (1924-1995), figura cimeira da Igreja e cultura açoriana do século XX, como padre, jornalista, poeta, professor, orador, escritor,dramaturgo e animador cultural

ÁLAMO ESGUIO

Tributo à memória e à obra religiosa, artística e cultural do P.e Manuel Coelho de Sousa (1924-1995), figura cimeira da Igreja e cultura açoriana do século XX, como padre, jornalista, poeta, professor, orador, escritor,dramaturgo e animador cultural

Migalhas: Rotina

DSousa, 12.01.06

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G. Moreau  O regresso dos argonautas


 

Ouvir sempre a mesma música ou o mesmo discurso,

  •  por afinada aquela
  • ou profundo este,
  • é cansativo.

  • Até a música dos pássaros ou o cantar das fontes, a voz do vento ou o discurso do silêncio, cansam.

    Até, mais ainda, a palavra santa da Boa-Nova se não é tocada de graça divina e artística, satura.


     

    Afinal a poluição

    • não é só de ambientes...
    • Águas e ares.
    • Veredas e esplanadas.
    •  Cidades e campos.

    Também é

    • de ruidos de tímbalos e tambores,
    • de gargantas e línguas.


    Há tanto miar que não é de gato e tanto pó que não é de escape.


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    O que é preciso é saber escolher e usar ambientes e comparsas.

    Se o monólogo é solidão... A multidão, confunde.

    E o diálogo tem de ser oportuno, bem soante, acolhedor e proveitoso.

     Assim descansa. Não enfada.

Migalhas: rosas

DSousa, 12.01.06

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F. Hodler  Autoretrato com rosas


 As rosas são sempre bonitas.

Mais em botão que muito abertas.

No mercado, e hoje por bom preço, ninguém as compra se não em botão.

  •  O seu perfume, o seu encanto, prendem-nos.
  • São delicadas sem deixarem de ser soberanas.
  • São femininas, rainhas.
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E como tais merecem coroa.

 Ou são coroa muitas vezes, sobretudo brancas...

 Às vezes de oiro e também vermelhas.

De sangue na cor tantas vezes, dos espinhos que ferem a mão de quem as colhe ou a fronte de quem coroam.

Porque afinal não há rosa linda sem espinho fino.

  • Tal e qual a saudade.
  • Tal e qual a mortificação.
  • Tal e qual o amor.

E porque será que as rosas de Inverno se sobrelevam a todas as demais rosas do ano, ainda que estas sejam maiores e mais formosas?

Serão apenas segredos da Natureza?

Dança São Sebastião (cont.#2)

DSousa, 12.01.06

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1° Apóstolo

 E serás por Deus
nos Céus Eternamente premiado.

 Côro

Viva S. Sebastião
Que se converteu a Cristo
E lhe deu o coração.
Num milagre jamais visto.
Viva o nosso padroeiro
Já do céu aqui na terra.
E que livre o mundo inteiro,
da fome, da peste e guerra.






Dança São Sebastião (cont.)

DSousa, 12.01.06

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S. Sebastião

Se proclamais a verdade
Sem temer a crueldade
Do César, Imperador,
Eu também quero seguir
E para sempre servir
A Cristo, Nosso Senhor.

2º Apóstolo

Não terieis melhor sorte.
Vem connosco, irmão, amigo
E Jesus será contigo,
Para a vida e para a morte.

S. Sebastião

Mesmo embora perseguido
Até à morte ou degredo,
Aqui estou decidido.
Sigo a Cristo sem ter medo.

Apóstolo

Deus não falta a quem promete.
Deus prometeu ajudar
Quem logo se compromete
Bem firme e sem duvidar.

S. Sebastião

Aqui me tens, ó meu Deus,
Para sempre a ti confiado.











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