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ÁLAMO ESGUIO

Tributo à memória e à obra religiosa, artística e cultural do P.e Manuel Coelho de Sousa (1924-1995), figura cimeira da Igreja e cultura açoriana do século XX, como padre, jornalista, poeta, professor, orador, escritor,dramaturgo e animador cultural

ÁLAMO ESGUIO

Tributo à memória e à obra religiosa, artística e cultural do P.e Manuel Coelho de Sousa (1924-1995), figura cimeira da Igreja e cultura açoriana do século XX, como padre, jornalista, poeta, professor, orador, escritor,dramaturgo e animador cultural

"Migalhas": A morada

DSousa, 29.05.05

Camera Works news photo galleries and video with daily photos 15-05-2005 21 36 41.jpg

«Não temos aqui morada permanente».


O céu é a nossa pátria definitiva.


 E o céu é a própria realidade da vida já neste mundo.


Porque a verdadeira vida aqui é a real e o verdadeiro real é celestial.


O homem deve ser pela vida e não contra a vida.


Deve ser a favor da realidade que o identifica.


Não pode servir a dois senhores opostos. Ter duas vidas opostas.


Ter duas realidades contraditórias.


Deve ser a favor ou contra a realidade.


Então deve decidir-se pelo amor, pela alegria, pela sua humanidade em sentido perfeito, isto é, pelo céu, ou então escolhe o que é espectral, ilusório, fantástico, e deste modo alinha, desastrosamente pelo ódio, irrequietude, angústia, desumanidade, isto é, o inferno.


Quanto mais o homem for homem (mulher é o mesmo) tanto mais o céu estará na terra.


Ao contrário se o homem se desumaniza, se deixar de ser homem, bestializando-se, perde-se.


E o inferno são as almas que se perderam a si mesmas...


 Às vezes, já neste mundo.

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