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ÁLAMO ESGUIO

Tributo à memória e à obra religiosa, artística e cultural do P.e Manuel Coelho de Sousa (1924-1995), figura cimeira da Igreja e cultura açoriana do século XX, como padre, jornalista, poeta, professor, orador, escritor,dramaturgo e animador cultural

ÁLAMO ESGUIO

Tributo à memória e à obra religiosa, artística e cultural do P.e Manuel Coelho de Sousa (1924-1995), figura cimeira da Igreja e cultura açoriana do século XX, como padre, jornalista, poeta, professor, orador, escritor,dramaturgo e animador cultural

"Migalhas": Julgar e julgar-se

DSousa, 18.04.05

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Ninguém deve ser juiz precipitado contra ninguém.


Nem sequer contra si.


 Também para julgar com prudência ninguém o pode fazer sem ver, pesar e medir primeiro todos os prós e contras, que são causas, atenuantes ou consequências da questão ou pessoa em julgamento.


Ver, julgar e agir são três verbos activos, que constituem a melhor forma de rever e renovar, para aprovar ou reprovar o que seja bom ou mau, na vida tanto nossa como dos outros, o nosso próximo.


E se quando temos que julgar nos colocarmos humildemente no lugar de quem é objecto desse julgamento, talvez sejamos mais compreensivos e indulgentes.


É verdade que perdoar não é aprovar o mal, mas ninguém perdoa se não for amigo, irmão, amoroso.


É preferível sermos mais duros para nós próprios do que para os nossos irmãos.


Ser verdugo para os outros e passa-culpas para si não é cristão.


Será talvez mais cobardia.


E isto é péssimo.

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