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ÁLAMO ESGUIO

Tributo à memória e à obra religiosa, artística e cultural do P.e Manuel Coelho de Sousa (1924-1995), figura cimeira da Igreja e cultura açoriana do século XX, como padre, jornalista, poeta, professor, orador, escritor,dramaturgo e animador cultural

ÁLAMO ESGUIO

Tributo à memória e à obra religiosa, artística e cultural do P.e Manuel Coelho de Sousa (1924-1995), figura cimeira da Igreja e cultura açoriana do século XX, como padre, jornalista, poeta, professor, orador, escritor,dramaturgo e animador cultural

A Ilha do "Amor por Vir"

DSousa, 11.06.06
Screenshot - 11-06-2006 , 12_53_58.png

E sobre o mar
há-de surgir
a ilha do amor
por vir,

alegre e sem horror.

Este é o excerto do poema inédito de Coelho de Sousa, tornado público neste "Álamo Esguio," no passado dia 18 de Maio, e de que consta a expressão que sugeri, em entrada anterior, como título para uma eventual futura (e justificada, ao que penso) edição destes e outros inéditos do autor.
Aproveito para fazer notar que, com o poema "Encontro", passaram a ser de conhecimento público o conjunto de poemas, com conteúdo pessoal e dimensão vivencial, que se econtram neste "caderno escolar" com originais do CS.
Este último poema "Encontro" é também o único de todos eles, a que o próprio Coelho de Sousa deu um título.
Esclareça-se também que, além destes 25 poemas, o caderno contem mais um conjunto de sete páginas com a letra dos versos para uma marcha de São João (São João dos Namorados), da freguesia da Feteira, destinada às festas sanjoaninas  de Angra.
Como é habitual nos originais de Coelho de Sousa, não há qualquer data que permita situar, com precisão, no tempo e nas circunstâncias da sua vida, esta "letra" para uma marcha de São João.
Mas, pelo conteúdo e pela própria caligrafia, percebe-se que este texto foi intercalado neste caderno,em data posterior.
E compreende-se ainda que se encontra misturado com os restantes poemas apenas em resultado de uma outra prática que era também rotineira em Coelho de Sousa.
Escrever o que lhe vinha à mente ou lhe encomendavam (como deve ter sido o caso desta marcha), no primeiro papel que estivesse à mão.
Reproduzo, na entrada seguinte, o poema completo, onde se encontra a expressão da "Ilha do amor por vir".
E, nas entradas que se hão-de seguir, os versos da marcha de São João.      










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