Quarta-feira, 16 de Fevereiro de 2005

"Migalhas": coração que partilha

cora.JPG Dizem que é mais fácil dar que pedir. E pensando bem deve ser mesmo assim.


Pedir é mais custoso. Dar, e mais ainda, dar-se é muito atraente, consolador. É o amor a difundir-se. É a Vida a ser partilhada.


Porém se pensarmos bem, com Deus e com os nossos pais ou legítimos superiores, entre nós, (ou talvez nós) há mais quem peça do que dê.


A Deus pedimos tudo. Até às vezes irreflectidamente. Sabemos que ele assegurou ouvir-nos, quando O chamássemos, abrir- nos a sua mansão-coração, quando lhe batêssemos à porta e então não nos cansamos de pedir...


O dar-nos é que, às vezes, é tão pouco.


Há quem queira receber tudo sem dar nada. Assim como quem diz: O que é meu é meu e o que é de Deus é para mim... Até há quem se atreva a dizer: é só para mim. E não está certo. O egoísmo é pecado.


Amor com amor se paga.

publicado por DSousa às 08:22
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1 comentário:
De atento a 16 de Fevereiro de 2005 às 08:31
1 noivo que no seu casamento não tivesse pago impostos sobre o enxoval da noiva nos últimos 3 anos FUGIU AO FISCO segundo o dr Francisco Louçã no debate da RTP1.
Foi o que aconteceu entre 3 bancos que decidiram trabalhar juntos a partir de determinada data.
Pior é que o eng. josé Socrates , sem saber ao menos do que o seu parceiro reivindicava apresentou total solidariedade com a ideia.
Francisco Louçã acredita que o facto de o noivo receber o enxoval já feito é lucro(maisvalia) e como tal sujeito a impostos.
O eng José Socrates no debate disse linearmente que não comprometia com nada , apenas quando estivesse no governo, logo estudaria o que possa vir a fazer , chegando no caso da segurança social em matéria de reformas a admitir não fazer nada até que o sistema comece a mostrar ruptura.
No anterior debate o eng Socrates havia prometido aumentar a idade da reforma , neste debate muda de posição dizendo que logo se vê.
O eng. José Socrates admitiu tambem não saber com quem governar no caso de não obtenção de maioria absoluta.
O dr Francisco Louçã admitiu vagamente poder vir a fazer parte do governo ou apoiar ate que sejam cumpridas as suas reivindicações, deixando no ar a ideia que não se importa de causar de novo eleições antecipadas , logo que o Partido Socialista não o satisfaça.
Acredito que este debate exclareceu imenso os portugueses.

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