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ÁLAMO ESGUIO

Tributo à memória e à obra religiosa, artística e cultural do P.e Manuel Coelho de Sousa (1924-1995), figura cimeira da Igreja e cultura açoriana do século XX, como padre, jornalista, poeta, professor, orador, escritor,dramaturgo e animador cultural

ÁLAMO ESGUIO

Tributo à memória e à obra religiosa, artística e cultural do P.e Manuel Coelho de Sousa (1924-1995), figura cimeira da Igreja e cultura açoriana do século XX, como padre, jornalista, poeta, professor, orador, escritor,dramaturgo e animador cultural

Coelho de Sousa : Contradição (II)

DSousa, 23.07.08

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Não deve ser meu corpo torre esguia
Que a tua luz divina apunhalou
incendiando em vida?

 

Senhor

 

Não me dês saúde.
Dá-me virtude.
Porque me sofra sem contradição!"

 

 

 

Era doente
E era subtil
E era um farrapo
E tinha os olhos como duas pedras mortes!

 

Salamanca 17-2-953

 

Nota: Este é um dos poemas de 1953 que Coelho de Sousa incuiu nos "poemas de Aquém e Além",pag. 15 e 16.

 


 

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Coelho de Sousa : Contradição (I)

DSousa, 21.07.08

 

 

 

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-Era doente...
Os nervos: linho branco a desfazer-se
E os olhos: duas pedras mortas em mar de prantos
Subtil como uma cana;
Farrapo de um outono mal vivido.

Rezava assim
Erguendo as mãos em chama ardente:

"Senhor,
Meu coração é pauta de amargura infinda,

Aonde mil colcheias são silêncios
E as pausas são...cantares de alegria.

Porque há-de ser tão forte a carne,
Que torne fraco o espírito?

 


 

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