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ÁLAMO ESGUIO

Tributo à memória e à obra religiosa, artística e cultural do P.e Manuel Coelho de Sousa (1924-1995), figura cimeira da Igreja e cultura açoriana do século XX, como padre, jornalista, poeta, professor, orador, escritor,dramaturgo e animador cultural

ÁLAMO ESGUIO

Tributo à memória e à obra religiosa, artística e cultural do P.e Manuel Coelho de Sousa (1924-1995), figura cimeira da Igreja e cultura açoriana do século XX, como padre, jornalista, poeta, professor, orador, escritor,dramaturgo e animador cultural

Coelho de Sousa: Natal - A noite e o dia (II)

DSousa, 03.01.08


A NOITE E O DIA

(II)






Íntima a tarde, o coração é brasa
Inspirando Éolo posto ao céu.
A noite de surpresa entra-me em casa
E vai-se diluindo o traço teu.

A chama desgarrada esmoreceu,
distante. O passo inerte a vida atrasa..
Estrelas não as vejo e nem sei eu
Se para voltar terei alento e asa.

Íntima a noite, agora é solidão
Nas sendas tortuosas por que vão
As vidas e sonhos meus, agros, perdidos.

Surge sereno o dia e fogo traz.
O sol para o regresso e tanta paz
na vida e o traço teu já definidos.

Coelho de Sousa: Natal- A noite e o dia (II)

DSousa, 03.01.07



Íntima a tarde, o coração é brasa
Inspirando Éolo posto ao céu.
A noite de surpresa entra-me em casa
E vai-se diluindo o traço teu.

A chama desgarrada esmoreceu,
distante. O passo inerte a vida atrasa..
Estrelas não as vejo e nem sei eu
Se para voltar terei alento e asa.

Íntima a noite, agora é solidão
Nas sendas tortuosas por que vão
As vidas e sonhos meus, agros, perdidos.

Surge sereno o dia e fogo traz.
O sol para o regresso e tanta paz
na vida e o traço teu já definidos.